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NOTÍCIAS DE BAGRE
18/08/2014
Bagre
PARCERIA ENTRE EMATER E PARÁ RURAL LEVA DESENVOLVIMENTO AOS RIBEIRINHOS DE BAGRE.
 

Um termo de cooperação técnica firmado entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e o programa Pará Rural, no mês de julho, vai assegurar a 150 famílias ribeirinhas, de cinco comunidades do município de Bagre, no arquipélago do Marajó, o acesso a projetos de piscicultura e avicultura.

O objetivo com a parceria é levar desenvolvimento econômico aos extrativistas de açaí nativo, que terão acompanhamento técnico pelos próximos seis meses. As visitas técnicas para a efetiva implantação dos projetos iniciam já na próxima semana, prazo para a liberação do recurso que vai nortear as atividades de campo.

Serão beneficiados pequenos produtores das comunidades Cajari, Bom Jardim, Panaúba, Vila Nova e Taxi – esta última, a mais distante da sede do município, a três horas de barco. Ao todo, as visitas técnicas devem durar até quatro dias. “O barco será a nossa casa por esse período, já que fica inviável retornar para Bagre entre uma e outra visita”, explicou o técnico em agropecuária da Emater, Marinaldo Lobato.

Nas comunidades serão implantados projetos voltados à criação de peixe em tanques redes e a produção de aves em sistema semi-intensivo, técnica que reduz o tempo de engorda. O projeto, firmado na parceria, prevê a utilização de recursos avaliados em cerca de R$ 45 mil. “Teremos que instalar uma granja para a criação do 'caipirão', já que os animais ficam soltos durante o dia e reclusos à noite, mas com suplementação de ração. Por isso reduzimos de seis meses para 45 dias o tempo de abate”, revelou o técnico da Emater. O montante que será empregado para o projeto também servirá para aquisição de ração para as duas atividades.

Pela parceria, cabe à Emater prestar assistência técnica e extensão rural às famílias atendidas, de forma que seja possível a garantia da inclusão desses extrativistas de açaí em modalidades produtivas que garantam viabilidade econômica para o desenvolvimento das comunidades. “Faremos a instalação das atividades e os acompanharemos até janeiro do próximo ano. Mas pela característica primordial das famílias ainda vamos oferecer orientações técnicas para o manejo do açaizal nativo”, afirma Marinaldo Lobato.

Fonte: AGPA.
Comunicação/AMAM
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