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NOTÍCIAS DE SOURE
14/07/2014
Soure
BÚFALOS FAZEM A ALEGRIA DE TURISTAS EM SOURE, NO ARQUIPÉLAGO DO MARAJÓ.
 

Que o búfalo é um símbolo do arquipélago do Marajó todo mundo, ou pelo menos todo paraense, já ouviu falar. Mas, quem nunca esteve na região não consegue entender, de fato, a importância desse animal para o cotidiano da ilha. Em Soure, por exemplo, o bubalino é utilizado até no combate à criminalidade. Lá, existe o chamado policiamento a búfalo, feito pelo 8° Batalhão de Polícia Militar e composto, hoje, por oito animais e oito homens.

De acordo com o responsável pelo trabalho, o cabo PM Cláudio Vitelly, os animais que atuam no policiamento são da raça carabao, originária do Oriente, e têm, em média, oito anos de vida e cerca de uma tonelada de peso. “As principais características dessa raça são a força e a tração. No caso aqui do Marajó, eles ajudam muito, principalmente no combate ao roubo de gado, já que chegam a locais onde os cavalos, por exemplo, não conseguem chegar. Os búfalos são excelentes nadadores”, explicou.

Quando não estão em alguma ação específica, os bubalinos fazem policiamento ostensivo na sede da cidade de Soure, patrulham a orla do município e, em determinados momentos de folga, também encantam os turistas. Foi este o caso da universitária Cleiciane Costa, de 20 anos. Natural do Estado do Amapá, ela nunca havia estado no arquipélago do Marajó, mas, neste ano, a convite do marido, o engenheiro elétrico Dugan Maciel, 48, decidiu conhecer a região e, em especial, o município de Soure. A primeira impressão foi justamente sobre os búfalos que circulam livremente pela cidade. “Achei bem diferente de tudo que já tinha visto, especialmente esses que atuam no policiamento”, destacou.

Atração – Ainda em Soure, só que desta vez na praia do Pesqueiro – um dos mais importantes e visitados balneários da cidade – um outro búfalo também chama a atenção dos veranistas. É o “Conquista”, um animal de quatro anos de idade que pertence à família do pescador Rosiel Ferreira, de 20 anos. No local, o animal serve como atração turística, sendo muito requisitado para tirar fotos com os visitantes.

Rosiel cobra R$ 3,00 por foto com o bubalino. Segundo ele, no auge do período das férias, chega a faturar mais de R$ 200 por dia com “Conquista”. “No resto do ano, o movimento é fraco, mas a gente sempre vem aos feriados e finais de semana”, contou, acrescentando que o búfalo recebe um tratamento todo especial quando não está “trabalhando”. “Ele come ração e descansa bastante”, detalhou.

A aposentada Sarah Londres e a sobrinha dela, a universitária Samira Costa, são de Belém e têm parentes em Soure. Em passeio pela praia do Pesqueiro, neste domingo, 13, elas não resistiram ao charme do “Conquista” e decidiram tirar uma foto com o animal.  “Além de muita paz e tranquilidade, essa praia ainda nos oferece surpresas como essa. Fiquei com um pouco de medo, mas decidi arriscar mesmo assim. O búfalo foi muito dócil comigo”, enfatizou.

Bem perto dali, quem também estava aproveitando as belezas naturais da praia do Pesqueiro era a técnica administrativa Ana Paula Carvalho, de 37 anos. Moradora da cidade de São Luís, no Maranhão, ela sempre vem ao Pará, onde tem parentes. Nestas férias, trouxe a filha recém-nascida, Maria Júlia, de apenas três meses de vida, para conhecer os avós e os pontos turísticos de Soure. Assim, neste domingo, 13, Maria Júlia tomou seu primeiro banho de praia em terras marajoaras. “Aqui é muito tranquilo e como era algo que já queríamos fazer, aproveitamos. A Maria Júlia gostou muito da experiência”, garantiu Ana Paula.

Enquanto o bebê fazia sua estreia na praia, homens do Corpo de Bombeiros orientavam os banhistas mais experientes a terem cuidado com os ataques de arraias, bastante comuns nesta época do ano naquela região. “Como as arraias estão em período de reprodução, elas ficam bastante por aqui, no entanto, os acidentes só acontecem quando o mar está mais calmo, por isso, orientamos os banhistas que prestem atenção nisso e que evitem deixar as crianças sozinhas em poças d’água, onde elas também podem aparecer”, alertou o soldado Luciano Souza.

Fonte: AGPA.

Comunicação/AMAM
  
  
 
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