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 TURISMO
11/07/2016
Variados
VISITANTES CONSIDERAM O MARAJÓ UM REFÚGIO EXÓTICO DA VIDA COTIDIANA.
 


A Ilha do Marajó fica a aproximadamente três horas de barco de Belém. Os navios, balsas e lanchas rápidas que partem do porto da capital são divididas: o Terminal Hidroviário leva quem está sem carro. Quem está com um automóvel deve pegar uma balsa no porto de Icoaraci, a 20 km do centro.

As passagem custam R$ 25. A paisagem das praias exóticas da Ilha do Marajó surpreendem os turistas que procuram a localidade durante as férias de julho. O cenário formado por troncos de árvores, pôr do sol e mar são ideais para relaxar comendo um peixe assado ou caranguejo sob a sombra de uma árvore frondosa durante as férias escolares. É possível ver ainda, com sorte, garças pescando na beira das praias, como afirmaram alguns veranistas.

As praias de Soure, Barra Velha e Pesqueiro são destaques quando o assunto são os encantos naturais do arquipélago do Marajó.

O publicitário Diego Paes, 29 anos, já esteve na Ilha diversas vezes e acredita que o Marajó é um local de refúgio, especialmente para quem quer se esquivar do cotidiano urbano agitado. “O arquipélago todo possui paisagens que nos fazem pensar. Quem não conhece nem imagina que exista tanta exuberância natural bem aqui do lado. Recomendo a experiência para todos. Ao final da viagem, duvido que alguém diga que não valeu a pena. Pretendo voltar sempre que possível, seja para deixar a alma mais leve ou apresentar o local e compartilhar a experiência com gente querida”, destacou.

A antropóloga Anna Linhares, 37 anos, recentemente esteve na Ilha do Marajó comemorando 15 anos de casamento e se disse apaixonada pela região. Ela recomendou o passeio e pretende desfrutar das férias de julho com tranquilidade. Segundo a professora, a localidade é encantadora, mas abandonada pelo poder público. “Eu sou completamente apaixonada pela Ilha do Marajó, pela história e pela natureza maravilhosa do arquipélago, mas acho abandonada pelos gestores”, lamentou.

A professora recomenda que os veranistas descubram também outros locais além de Soure e Salvaterra, localidades célebres pela beleza. “Indico o passeio para todo mundo, mas sugiro que conheçam outros lugares além dos tradicionais. Acho que tem muita coisa linda além para ser explorada lá”, afirmou.

Para a pesquisadora, o maior encanto da Ilha é a história cultural do lugar. “Acho fascinante as memórias do Marajó, a riqueza história daquele lugar. Sou apaixonada também pela comida e pela natureza”, completou.

Fonte: O Liberal.

Comunicação/AMAM
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